segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Dia do Professor: parabéns pela luta!PDFImprimirE-mail
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"A luta dos professores em defesa dos seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte." (Paulo Freire)
A frase do pedagogo pernambucano, patrono da 8ª Conferência Nacional de Educação da CNTE, realizada em setembro em Recife, reforça a necessidade da luta incansável da categoria pela valorização permanente de todos os trabalhadores e trabalhadoras em educação.
Em 2012, a CNTE tem dado continuidade ao trabalhado firme pela garantia de direitos dos/as educadores/as e pela qualidade da educação pública. A aprovação do PNE na Câmara dos Deputados, a VI Marcha Nacional, que levou mais de 10 mil trabalhadores/as para a Esplanada dos Ministérios em Brasília, a Conferência de Educação na terra de Paulo Freire, e as mobilizações regionais contra a Adin dos governadores expressam as agendas de lutas de nossa Entidade pelo reconhecimento da educação como prioridade máxima do país.
Neste momento, a CNTE e seus sindicatos filiados esperam a aprovação do PNE, no Senado, com a destinação de 10% do PIB para a Educação Pública, patamar este a ser alcançado com a alocação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação, conforme tem defendido a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da educação, Aloizio Mercadante.
A CNTE também luta por uma educação democrática, e o Dia do Professor é mais uma oportunidade para lembrarmos à sociedade a importância da valorização da escola pública como instrumento de elevação das condições sociais do povo brasileiro. Para tanto, o Estado deve assegurar as condições de trabalho aos educadores – professores e funcionários – e de aprendizagem aos estudantes.
Neste dia 15, que todos os/as professores(as) e demais trabalhadores/as em educação tenham orgulho do seu trabalho e continuem lutando para transformar a educação do Brasil.

Fonte:CNTE

Parabéns Professores!





"Professores são os que transformam vidas silenciadas em porta-vozes da comunidade.”
SISPPMUG



Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou... Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original... Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender... Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado. Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo". Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...
                                                                                                                                     (Texto extraído da internet Autor desconhecido)


sexta-feira, 5 de outubro de 2012



      No próximo dia 07/10/12 estaremos escolhendo nossos representantes, depois de muito ouvir e analisar é chegada a hora de garantirmos que a democracia vença e com com ela bons representantes sejam eleitos para conduzir nossa cidade.

SISPPMUG

7 de outubro – Dia Mundial do Trabalho Decente e de eleições municipais

Escrito por: Artur Henrique, secretário adjunto de Relações Internacionais

05/10/2012

Hora de ir às ruas para eleger candidatos comprometidos com a agenda dos trabalhadores e trabalhadoras

Neste domingo, dia 7 de Outubro, vamos às ruas para cumprir dois compromissos fundamentais na luta dos trabalhadores: implementar o trabalho decente e eleger candidatos (as) comprometidos (as) com os interesses dos trabalhadores (as) nas eleições municipais.
Essas duas ações estão intimamente ligadas. Primeiro, porque é necessário sair às ruas, chamar a atenção da sociedade para o fato de que a agenda do trabalho decente é muito mais do que lutar pela erradicação do trabalho infantil e do trabalho escravo - que ainda continuam a ser as principais mazelas do modelo capitalista de produção e consumo, mas não as únicas.
Trabalho decente é lutar contra as medidas que vêm sendo adotadas no chamado ”mundo desenvolvido” para enfrentar a crise civilizatória atual. Não é reduzindo o papel do Estado, retirando direitos dos trabalhadores, reduzindo salários, acabando com a negociação coletiva, que vamos enfrentar essa crise. Grandes empresas multinacionais e o sistema financeiro continuam acumulando lucros e mais lucros, enquanto ainda temos mais de um bilhão de seres humanos passando fome no mundo.
Trabalho decente é a luta pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, brancos e negros. É a luta para acabar com as mortes e doenças no trabalho, eliminar a terceirização que precariza as relações de trabalho; é fortalecer a negociação coletiva e garantir liberdade e autonomia sindical.
No Brasil, apesar dos inúmeros e inegáveis avanços que tivemos nos últimos 10 anos, ainda temos muita luta para reduzir as desigualdades sociais, avançar na distribuição de renda e democratizar as relações de trabalho.
É preciso disputar hegemonia. Vencer a agenda dos derrotados nas últimas eleições. Derrotar a mídia golpista, preconceituosa e atrasada. Democratizar o Judiciário para impedir a judicialização da política e a politização do Judiciário que estamos vendo todos os dias avançar em nosso país. Essa é a verdadeira luta de classes que estamos enfrentando neste momento.
É mobilizar para que as verdadeiras reformas estruturais que ainda não foram feitas no País sejam realizadas: a reforma política, com aprovação do financiamento publico de campanha e o voto em lista; é a reforma tributária,  para acabar com esse modelo injusto, regressivo em que os ricos, os lucros e a propriedade não pagam impostos, enquanto a maioria da população e da classe trabalhadora, que são os que mais precisam das políticas públicas, sofrem para pagar seus impostos em dia; é a reforma agrária, mudando o atual modelo agrário brasileiro, altamente concentrador de terra e de riqueza para os latifundiários e o agronegócio, enquanto a maioria da agricultura familiar, que responde por 70% dos alimentos que vão para mesa da população, sofrem com a falta de investimentos, de crédito e de assistência técnicaéa reforma da comunicação e da educação, com a democratização do conhecimento, da qualidade do ensino em todos os níveis, o controle social sobre os meios de comunicação; é enfim, a reforma do estado brasileiro, pela qual será fundamental desprivatizar a saúde, a educação, fortalecer a seguridade social e o sistema de proteção social como pilares fundamentais de um País desenvolvido; é fazer a reforma sindical, que amplie direitos, que fortaleça a contratação coletiva, que garanta a organização por local de trabalho, que acabe com a rotatividade e a informalidade no mundo do trabalho e  com a terceirização que precariza as relações de trabalho. Muitos desses desafios seriam superados com a aplicação efetiva das decisões da 1ª Conferência Nacional do Trabalho Decente, realizada em agosto deste ano. Importante também é ratificar as Convenções da OIT, em especial a 87, que garante liberdade e autonomia aos trabalhadores para decidirem livremente como querem organizar e financiar suas entidades representativas.
Não queremos o retrocesso. Não podemos  admitir que a agenda dos derrotados seja vitoriosa: esse é o verdadeiro “custo brasil”, e não o custo do trabalho; a solidariedade deve vir no lugar da competitividade, o público sobre o privado e o coletivo sobre o individual. O papel do Estado e das políticas públicas e sociais devem estar a serviço da maioria da população para alcançarmos o direito de viver com qualidade e dignidade.