terça-feira, 29 de abril de 2014

SISPPMUG negocia reajuste para servidores



Com a aproximação da data base dos servidores públicos (maio), o SISPPMUG iniciou as negociações com a administração municipal referente  ao índice de reajuste dos servidores  e servidoras públicas de Guarapuava. Ressaltamos que a pauta de reivindicações foi encaminhada no início do mês de março, logo após a assembléia da categoria.  Após algumas reuniões com a mesa de negociação permanente, a administração apresentou a proposta de reajuste que ficou entre 6,15 % e 6,29 %, índice ainda não definido, mas que ficou abaixo da expectativa do sindicato, que é de 29,56% - índice que cobriria parte das perdas acumuladas desde o ano 2000.

As negociações deverão continuar e no próximo dia 15 de maio, a categoria se reunirá em assembléia para decidir sobre a proposta. Além da negociação salarial, a pauta inclui itens como a revisão do PCCS (Plano de cargos e Carreiras) do magistério, a implantação do PCCS para servidores da saúde e revisão do plano do quadro geral.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL

Convocamos a todos os servidores e servidoras municipais de Guarapuava para nos reunirmos em Assembleia Geral no dia 03 de março de 2014 (próxima segunda-feira. As 17 horas, na Sede do SISPPMUG, cito: rua Visconde de Guarapuava, 1185, centro, Gurapuava-PR.

A Assembleia Geral tem como pauta os seguintes itens:

1 - Instauração do processo eleitoral e eleição da Comissão Eleitoral, nos termos do artigo 28 do Estatuto Sindical;

2 - Após a Eleição da Comissão Eleitoral. aprovação do Regimento Eleitoral apresentado pela Comissão nos termos do artigo 28 do Estatuto Sindical; e

3 - Outros Assuntos de Interesse da Categoria.

A Assembleia obedecerá ao "quorum" e demais normas estabelecidas no Estatuto do Sindicato.

Abaixo segue o edital de convocação.




quinta-feira, 20 de junho de 2013

NOTA PÚBLICA DA  CNTE (CONFEDERAÇÃO DOS TRABALHAADORES EM EDUCAÇÃO) FILIADA A CUT.

Manifestações populares no Brasil

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manifestacao contra copa
Desde o último dia 12, o Brasil tem sido palco de inúmeros protestos, organizados majoritariamente pela juventude, os quais tiveram início depois do anúncio de reajuste nos preços do transporte público em várias cidades do país.

A atual dimensão dos atos dá conta de que o transporte público é apenas um dos eixos das mobilizações. O povo nas ruas, embora sem lideranças tradicionais – seja de pessoas, seja de entidades organizadas – tem manifestado contrariedade com os gastos públicos para a construção de estádios da Copa do Mundo de Futebol de 2014, bem como com o histórico e insuficiente investimento público em educação e saúde, com o fisiologismo e a corrupção política nas três esferas da federação (União, Estados e Municípios), com a falta de democracia participativa, que possibilite a consulta pública periódica à sociedade sobre temas relevantes, a exemplo da destinação de 100% das riquezas do petróleo para a educação pública.
A CNTE solidariza-se com a pauta justa e urgente apresentada pela maioria dos integrantes desses movimentos de protesto, mas é contra atos de vandalismo, violência, saques e depredações ao patrimônio público e histórico, seguindo a própria orientação da maior parte dos manifestantes que tenta impedir essas ações durante as mobilizações.

Reconhecemos muitas das insatisfações populares – até porque elas constituem pautas permanentes da classe trabalhadora, em especial dos/as trabalhadores/as em educação – porém acreditamos que o Estado Democrático, no atual contexto civilizatório, deve ser preservado pela sociedade brasileira, sem riscos de retrocessos que marcaram a história do Brasil e do continente latino-americano.

Neste sentido, a CNTE considera pauta prioritária para a sociedade brasileira a reforma política, capaz de fortalecer os partidos – tornando-os efetivamente representantes dos diversos segmentos da sociedade – e de ampliar a democracia participava no país. O descrédito e a repulsa dos jovens manifestantes com a política (marca registrada nos atos pelo país) expressa a urgência dessa agenda para o Congresso Nacional.

Como consequência da reforma política, a juventude e o conjunto da sociedade brasileira devem exigir reformas estruturantes para consolidar o atual processo de desenvolvimento inclusivo e com oportunidades para todos, o que perpassa por reforma tributária, que priorize a progressividade dos impostos sobre a renda, por maior acesso dos jovens à escola, à universidade e ao emprego, pela garantia de saúde, transporte, segurança, habitação, entre outras políticas públicas previstas na Constituição Federal.

A CNTE entende, também, que as atuais reivindicações ocorrem num momento de consolidação das estruturas democráticas no Brasil e, consequentemente, de uma maior conscientização e liberdade de expressão que goza o povo brasileiro. Mas é preciso superar as práticas políticas anacrônicas, impostas pelas oligarquias que ainda comandam o Congresso Nacional e grande parte dos poderes nos estados e municípios, a fim de qualificar a política e de torná-la o principal espaço de disputa para os jovens, os trabalhadores e a sociedade em geral.

Por fim, é preciso ter atenção com os oportunistas de plantão, especialmente com a grande mídia – patrocinadora do Golpe Militar de 1964 junto com setores da burguesia nacional –, pois esta já tenta vincular os protestos populares à ações contra atores políticos que reconhecidamente têm promovido políticas públicas emancipatórias e de promoção da cidadania no país, com o claro propósito de confundir a opinião pública e assim tirar proveito em favor de setores retrógrados que tentam voltar ao Poder a qualquer custo. E caso isso aconteça, os protestos por mais avanços sociais estarão seriamente comprometidos.

São Paulo, 20 de junho de 2013
Diretoria Executiva da CNTE
FONTE:CNTE